Já era quase noite quando Nicole despertou do seu sono.
- Meninas, levantem! Já é noite! – exclamava Nicole, surpresa, levantando-se da cama. Como poderia ter dormido tanto?
As outras dolls e Melissa começaram a despertar, assustadas.
- Como? – dizia Melody, ainda sonolenta.
- Já tá tudo escuro! – exclamou Nicole, andando, afoita, pelo quarto.
- Nossa! Dormimos demais! – dizia Ashley se espreguiçando na cama.
- Será que elas colocaram alguma coisa na nossa comida? – palpitou Kimberly, rindo.
As outras riram bastante com o comentário.
- Vejo que já acordaram... – disse Kendra, abrindo a porta do quarto e encontrando as dolls dando altas gargalhadas. – E vejo também que estão muito animadas!
- Ah, sim... – disse Nicole se recompondo.
- Que bom, meninas! – disse Kendra, animada. – Vocês precisam estar bem relaxadas e com o corpo preparado para o treinamento que faremos mais tarde.
- Confesso que eu estou bastante insegura. – murmurou Melissa.
- Não adianta ficar assim, querida. – começou Kendra animando-a. – Só deixe que seus poderes falem por você, na hora. Deixe que eles fluam livremente...
Melissa ficou um pouco confusa com o comentário da bruxa, mas assentiu com a cabeça.
- Bom, vamos jantar. – concluiu Kendra, por fim. – Vou esperar por vocês, lá embaixo.
A bruxa saiu do quarto e as dolls e Melissa continuaram a conversar.
- Sorte que tomamos banho pela manhã... – resmungou Melody. – Essa vida de Idade Média não é fácil! Esse banheiro do lado de fora da casa...
As outras riram, embora concordassem.
- Só nos castelos é que as rainhas e princesas tomavam banho nos quartos. As criadas traziam uma espécie de barril cheio d’água e... – começava Melissa, freneticamente. Realmente ela adora estudar e falar sobre História.
As dolls ouviram, interessadas, toda a narração de Melissa. Depois disso, desceram para o jantar com as outras bruxas.
- Muito bem, minhas queridas. Sentem-se. – pediu Kendra já sentada à mesa.
As dolls e Melissa saborearam, no jantar, uma deliciosa sopa de legumes. Embora sentisse muita falta de Nova Iorque, do futuro; ali, elas estavam sendo bem acolhidas.
- Bom, espero que esse treino seja excepcional para todas. – disse Althea, animada.
- Será realmente um grande momento para a execução dos poderes em conjunto, depois de cada uma ter feito seu ritual de iniciação. – disse Kendra após comer um pedaço de pão.
- Mas... Eu nem fiz meu ritual de iniciação. – disse Melissa, baixinho. – Não sei se será possível combinar meus poderes com os delas.
- Querida, hoje, será um desafio pra você. – disse Edwina, séria.
- A intenção é essa: fazer com que você consiga provocar seus poderes, mesmo não tendo feito um rito de iniciação antes. – concluiu Indra, sorrindo.
- Mas e se eu... – dizia Melissa, já pensando em desistir.
- Você vai conseguir. – interrompeu Diana, que estava quieta até o momento. – Pense positivo, meu bem.
O jantar seguiu tranquilamente e as bruxas tentaram acalmar as dolls o máximo possível. Para isso, usaram frases e mais frases de incentivo.
- Prontas? – disse Indra, voltando à sala, depois de ter terminado de lavar a louça com a ajuda de Edwina.
- É, acho que sim. – disse Nicole respirando fundo.
- Faremos o mesmo esquema da noite anterior. – começou Kendra, séria. – Vestiremos nossos capuzes e sairemos em direção à floresta.
- Temos capuzes para todas, irmã? – perguntou Edwina, baixinho.
- Sim. – disse Kendra, séria. – Indra, por favor, vá lá em cima e traga mais capuzes.
- Certo. – disse a bruxa subindo as escadas e indo ao segundo andar da casa.
Indra voltou carregando mais cinco capuzes. Juntando com os que elas tinham, no andar de baixo, daria para todas se vestirem.
Althea distribuiu alguns candeeiros e Edwina, Nicole, Kimberly e Melissa se responsabilizaram por segurá-los.
Enquanto as onze mulheres partiam silenciosa e apressadamente para a escura floresta, as dolls e Melissa sentiam-se nervosas. Estavam num grupo bastante grande. Algumas, mais temerosas, rezavam para que a Inquisição não as flagrasse.
[- Não podem achar a gente... Meu Deus! Não podem descobrir a gente, aqui.] pensava Ashley e, surpreendentemente, Melody conseguira ouvir seus pensamentos.
Parecia que os poderes da baby doll estavam mesmo de volta ao lugar.
- Calma, Ash... – disse Melody segurando o ombro de Ashley enquanto caminhavam pela escura estrada que levava à floresta.
- Eu... Eu tô calma, Mel. – mentiu Ashley, fazendo uma expressão confusa.
[- Eu acho que não vou conseguir...] pensava Melissa, assustada.
[- Tenho muita fé nessas meninas... Elas não vão me decepcionar.] pensou Kendra.
[- Queria tanto estar com o Lewis...] pensava Nicole, aflita.
[- Nossa, tá muito escuro aqui!] pensava Jessica, preocupada.
[- Será que vou conseguir ficar invisível de novo?] pensou Kimberly, intrigada.
Foi quando Melody parou de caminhar e, cambaleando, quase caiu no chão. As outras pararam para saber o que tinha acontecido.
[- O que aconteceu com ela?] pensou Althea, nervosa.
- Melody? Você está bem? – disse Nicole, preocupada.
A baby doll estava escutando todos os pensamentos daquelas dez mulheres, ao mesmo tempo. Aquilo tinha provocado uma agonia tão intensa em sua cabeça que a estava deixando tonta.
Melody balançou a cabeça em sinal negativo e, depois, caiu no chão.
- Mel! – exclamaram algumas dolls, ao mesmo tempo.
- Ela desmaiou! – exclamou Althea, nervosa.
- Mel, acorda! – dizia Nicole dando tapinhas no rosto da amiga.
Melody abriu os olhos com uma expressão sonolenta.
- O que aconteceu com você, Mel? – perguntou Nicole, preocupada, ajudando a amiga a se sentar no chão.
- Eu... – e Melody punha a mão na testa. – Comecei a escutar os pensamentos de todas vocês e... – ela fez uma expressão de dor, enquanto a mão ainda tocava a testa. – Não conseguia me controlar. Comecei a ouvir tudo o que vocês pensavam, num ritmo muito rápido, e fiquei tonta.
- Ah, Mel, que coisa terrível! – exclamou Ashley, aflita. – Mas... Já passou né?
- Acho que sim... – disse a baby doll se levantando do chão, com a ajuda de Nicole.
- Como eu disse... Seus poderes, minhas queridas, estão aumentando cada vez mais. – começou Kendra, séria. – E vocês precisam estar fortemente preparadas para dominá-los.
Melody entendeu bem o recado. Ela sempre adorou seu poder de escutar pensamentos, mas, naquele momento, quis nunca ter tido aquele dom. A sensação de tontura fora extremamente ruim. Ela sabia que teria que ser forte para controlar seu poder e não deixar que ele a controlasse.
As onze mulheres continuaram a caminhada, em seguida. Melody parecia estar realmente mais controlada. Passado um tempo depois e elas reduziram os passos.
- Aqui está bom. – disse Kendra, séria.
Elas pararam numa parte bastante escura, na floresta, e só era possível ver a linda lua cheia, no céu, porque estavam numa espécie de clareira.
- Vamos dar início ao treinamento. – pediu Althea, calma.
- Iremos guiá-las sobre como fazer a combinação dos seus poderes. – começou Kendra. – Embora, eu saiba que vocês já fizeram esse tipo de combinação, antes.
As dolls confirmaram que sim. Lembravam dos momentos de tensão, no Egito, ao enfrentar os Elementais Negros.
- Pois bem, vamos começar. – disse Kendra numa voz firme e calma. – Ficaremos em círculo, antes de qualquer coisa.
As onze mulheres começaram a dar as mãos e, dentro de segundos, um grande círculo humano estava feito no meio da floresta.
- Fechemos os olhos, irmãs. – pediu Kendra, serena.
Todas as bruxas e as dolls fecharam os olhos. As bruxas, tranqüilas; as dolls e Melissa, nervosas.
- Procuremos sentir o ambiente... – continuou Kendra.
As dolls já sabiam como fazer isso, pois tinham treinado em seus respectivos ritos de iniciação, no dia anterior. Melissa ficou meio insegura, mas conseguiu se concentrar. Todas as onze mulheres estavam de olhos fechados, de mãos dadas e concentradas.
Melissa conseguiu sentir o vento, ali, os sons dos animais noturnos... Cerca de dois minutos se passaram.
- Muito bem. – disse Kendra, interrompendo o silêncio. – Agora, vocês seis precisam formar um círculo, juntas. – e dizendo isso, Kendra e as outras bruxas romperam a corrente humana e se afastaram, deixando que as dolls e Melissa, sozinhas, fizessem o círculo. As bruxas ficaram ao redor, observando.
- Trago um novo desafio. – disse Kendra, séria. – Desta vez, vocês terão que recitar o mesmo encantamento, as mesmas palavras...
- Se concentrem... Principalmente você, Melissa. – adiantou-se Althea, firme.
- Memorizem as palavras e repitam quando estiverem prontas. – disse Kendra. – “Neste dia e nesta hora, faremos a magia, agora. Para que nossa corrente tenha bastante rigidez; combinaremos nossos poderes de uma só vez. Invocamos nossos poderes Elementais que nos foram destinados: Terra, Água, Fogo, Ar e Espírito.”
As dolls e Melissa se entreolharam, confusas. Como iriam recitar um encantamento tão grande?
- Você pode repetir, por favor? – perguntou Kimberly, sem graça.
- Claro, minha querida. – disse Kendra, calma.
A bruxa repetiu as palavras, mais lentamente, por mais ou menos cinco vezes. As dolls e Melissa tentaram e, por fim, conseguiram gravar o encantamento.
- Prontas? – perguntou Edwina, curiosa.
- Sim. – disseram todas as dolls e Melissa, em coro, ainda de mãos dadas.
- Muito bem! Podem começar, quando quiserem. – pediu Kendra, segura.
- Não se esqueçam de fechar os olhos! – lembrou Diana, ansiosa.
Elas seguravam as mãos umas das outras, bem firme, e respiravam fundo. Nicole fez sinal com a cabeça e todas começaram o coro, fechando os olhos:
- “Neste dia e nesta hora, faremos a magia, agora. Para que nossa corrente tenha bastante rigidez; combinaremos nossos poderes de uma só vez. Invocamos nossos poderes Elementais que nos foram destinados: Terra, Água, Fogo, Ar e Espírito.”
Um vento mais forte passou por ali, mas aparentemente nada havia acontecido. Melissa sentia seu coração batendo bem forte.
- Nada... – murmurou Ashley, cabisbaixa, abrindo os olhos. As outras fizeram o mesmo.
- Esse encantamento só funcionará quando todas vocês estiverem suficientemente concentradas. Cada uma de vocês é como um elo dessa corrente... – começou Kendra, séria. – Se um elo estiver fraco, a corrente se parte.
Melissa sentiu que o problema deveria ser com ela.
- Meninas... – murmurou Melissa, nervosa. – Sou eu... Eu sou o elo fraco da corrente.
- Mel, não fala isso! – exclamou Nicole, preocupada. – Todas estamos aqui para te ajudar a descobrir melhor os seus poderes; para nós aprendermos a controlar os nossos; e para ajudarmos a não acontecer a premonição da Ashley.
- É, eu sei... – disse Melissa sorrindo torto.
- Fique calma, Mel. – pediu Melody. – Todas nós também ficamos nervosas, tensas... É normal.
- Eu mesma estou sempre preocupada. – admitiu Ashley. – Sei que a tarefa de ter a premonição sobre Megan e sobre a Inquisição depende de mim...
- Viu só? – disse Nicole, sorrindo. – Todas nós ficamos inseguras com tudo isso, mas é normal. O que precisamos fazer é nos concentrarmos ainda mais.
- É, Nic... Vocês têm razão. – concordou Melissa, séria.
- Vamos tentar outra vez. – pediu Nicole, olhando para cada uma das dolls.
Melissa se agarrou firme em seus pensamentos. A imagem do seu primeiro beijo com John lhe veio à mente e a ajudou a ficar mais concentrada. Depois, veio a imagem de seu pai sorrindo. Eram as lembranças que Melissa precisava para se sentir mais forte.
As dolls e Melissa recitaram o encantamento da combinação de poderes mais uma vez e, de novo, nada parecia ter acontecido. As bruxas, porém, tinham percebido que algo estava diferente. As dolls e Melissa, de mãos dadas e de olhos fechados, começavam a flutuar, sem sentir, e ficaram a pouco mais de cinqüenta centímetros do chão.
- Fantástico! – exclamou Indra, baixinho, admirando a cena.
As dolls e Melissa abriram os olhos e sentiram, só agora, que seus pés já não tocavam mais o chão.
- Continuem se concentrando. – pediu Kendra. – Firmes!
Jessica começou a sentir uma sensação estranha vinda de dentro do coração. Parecia que já havia sentido aquilo, mas não tinha certeza. Do peito de Jessica, uma forte luz verde, em formato esférico, foi emitida e, flutuando, pairou sobre as cabeças delas.
- Uau! – exclamou Jessica, nervosa.
Em seguida, o mesmo aconteceu com Ashley. De dentro dela, uma bola de luz azul, bem brilhante, saiu e pairou sobre elas. Melody emitiu uma bonita bola de luz vermelha; Kimberly, lilás e Nicole, branca. Elas lembravam quando haviam feito algo parecido, numa tumba do Egito. A diferença, porém, era a presença de Melissa. O cristal de Etafa, no pescoço de Nicole, parecia brilhar.
As cinco bolinhas coloridas pairavam, flutuando, sobre as dolls e de Melissa, que até agora não havia emitido seu poder. Será que a combinação seria completada? Melissa começou a sentir um enorme formigamento no corpo todo. Parecia que estava sentindo câimbra. Ela mantinha os pensamentos em seu pai e em John. Para a sua surpresa, e a de todas, de dentro de Melissa saíram cinco bolinhas de luz, em tamanhos menores que as das dolls. Cada bolinha apresentava uma cor ligada aos poderes Elementais: verde, azul, vermelha, lilás e branca. O cristal de Etafa flutuava, também, ainda preso à corrente, no pescoço de Nicole. A constante agitação do cristal significava que ele estava ajudando às dolls, naquele momento, com seu grande poder.
As bolinhas, menores, flutuaram e se encontraram com as outras, emitidas por cada uma das dolls. Dez bolinhas coloridas, duas de cada cor, flutuavam sobre as cabeças das dolls e de Melissa até que, surpreendentemente, começaram a se unir e a formar uma só bola luz, branco-amarelada, ofuscante e grande. Essa intensa bola, que continha poderes de todos os elementos, causou uma rápida explosão, embora inaudível, no ar. Parecia um fogo de artifício que acabava de estourar. As dolls e Melissa já pisavam o chão outra vez.
Kendra puxou as palmas e as outras bruxas acompanharam aplaudindo.
- Simplesmente perfeito! – exclamou Kendra.
- Estou sem palavras... – balbuciou Indra, emocionada. Seus olhos lacrimejavam.
- Estão se sentindo bem? – perguntou Althea, animada.
Só então as dolls e Melissa pararam para se perguntar. Não estavam se sentindo bem, estavam se sentindo incrivelmente ótimas. A combinação dos poderes parecia ter dado mais confiança, determinação e força para cada uma delas. Até Melissa, antes, insegura, agora, apresentava bastante tranqüilidade em seus pensamentos.
- Estamos ótimas. – respondeu Nicole, por todas.
- Maravilha! – disse Diana, orgulhosa.
- Usem a combinação dos poderes quando sentirem que precisarão enfrentar algo mais grandioso... – disse Kendra, vagamente. Estaria a bruxa se referindo à Inquisição?
- Bom, vocês completaram o treinamento muito rápido. – disse Indra, sorrindo. – Portanto, já podemos voltar para casa.
- Acho que... – começou Nicole, pensativa. – Nós devemos partir amanhã, bem cedo. O que acham?
- Está bem, querida. – concordou Kendra. – Só espero que voltem em breve. Ainda precisamos fazer os ritos de iniciação com Melissa. Ela precisa fazer todos os cinco ritos que vocês fizeram, individualmente. Melissa tem os cinco poderes Elementais e precisa fazer isso.
- Certo. – concordou Nicole.
- Vai ser ótimo. – disse Melissa, confiante.
- Vamos andando, minhas queridas. – disse Kendra, animada.
As onze mulheres, que escondiam um mágico segredo dos outros habitantes da vila, caminhavam sob a luz da lua. Estavam mais confiantes do que nunca. Aquele encantamento de combinação dos poderes fizera bem a todas. Ashley sentia-se mais relaxada para ter suas premonições e Melissa, mais calma com relação aos seus poderes. Tudo parecia estar voltando ao seu lugar...
Em Nova Iorque, no futuro, fazia exatamente duas horas e meia que as dolls tinham saído de lá. Por sorte, o telefone não havia tocado uma vez sequer. Ninguém tinha procurado pelas dolls.
- Ai, ai, ai... – dizia Leo, impaciente.
- Quase três horas já e nada. – resmungava Gabriel, preocupado.
Para surpresa dos dois, a campainha da casa tocou.
Os dois se entreolharam, assustados.
Leo se adiantou e checou no olho mágico, na porta, para ver quem era.
- Caramba! – sussurrou Leo, boquiaberto. – É o Lewis!
- E agora? – sussurrou Gabriel, nervoso.
- Eu sei que vocês estão aí... – dizia Lewis, rindo, do outro lado da porta. – Abram, meninas! Sou eu o Lewis. Os seguranças não avisaram minha chegada porque já me conhecem, claro...
Eles não responderam.
- Dá pra ver a sombra de vocês embaixo da porta. – continuou Lewis, sério.
Leo e Gabriel faziam caras assustadas.
- O que a gente faz? – perguntava Leo, baixinho.
- Não podemos deixar ele entrar. – disse Gabriel, nervoso.
- Vamos enrolando ele, lá fora, e rezar pra que elas voltem logo. – disse Leo, tenso.
Ao abrir a porta, Leo encontrou Lewis, já impaciente.
- Ah, vocês também estão aqui?! – exclamou o piloto.
- Pois é... – disse Leo encostando a porta, assim que ele e Gabriel saíram de casa.
- O que foi? – perguntou Lewis, confuso.
- Nada, nada... – mentiu Gabriel. – É que...
- As dolls estão ensaiando. – mentiu Leo, por fim.
- Ensaiando? – disse Lewis, confuso. – Mas a turnê delas já acabou, estão de férias.
- Isso! Justamente... Estão ensaiando uma coreografia de uma música nova. – mentiu Gabriel, desajeitado.
- Hum... Entendi. – disse Lewis querendo entrar na casa. Leo e Gabriel o barraram.
- O que é? – perguntou Lewis, confuso. – Não posso nem entrar?
- Não! – exclamaram os dois, juntos.
- Quer dizer... É que elas pediram pra gente que... – começou Leo, nervoso.
- Não era pra ninguém atrapalhar o ensaio delas. – terminou Gabriel. – Elas estão na sala de dança e querem total privacidade.
Lewis revirou os olhos, impaciente.
- Olha, se vocês querem ficar aqui fora, tudo bem. – disse Lewis, sério, cruzando os braços. – Mas eu vou lá falar com a Nicole.
- Calma, Lewis... Espere. – Leo engolia em seco, preocupado.
Continua no próximo capítulo...
2 comentários:
posta o capitulo 25 por favor,eu adora suas historias.bjs
Obrigado!! Postarei o mais rápido possível! Beijos
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