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Aqui nesse blog, você pode conferir toda a Primeira Temporada Completa de Elementais e, agora, também poderá conferir a Segunda Temporada.
Pra quem não conhece, Elementais é uma fanfic, ou seja, uma história de ficção que envolve como personagens, as cantoras da banda Pussycat Dolls.
Como sabemos, a banda, hoje, se desfez. Cada cantora segue sua carreira solo, porém, nós fãs ainda mantemos um carinho pra lá de especial com cada uma das dolls e, por conta disso, eu quis escrever Elementais 2: A Idade das Trevas.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

CAP.20 – TAPETE DE PEDRAS



- O que foi, Willa? – perguntou Melody preocupada ao ver a expressão confusa que a bruxa acabara de fazer.
- É que... – disse a bruxa coçando a cabeça. – Achei ter escutado a risada de Prudence, mas... – e ela deu um longo suspiro – Acho que foi impressão minha.
Realmente Willa não tinha escutado errado. Prudence havia emitido mesmo uma alta gargalhada que ecoou pela floresta, enquanto estava no rito de iniciação com Kimberly.
- Bom, de qualquer forma... – começou a bruxa ajeitando as mangas do vestido. – Vamos começar a sua iniciação, Melody.
A baby doll e a bruxa estavam numa parte bastante agradável da floresta. O vento que ali chegava sacudia as copas das árvores, deixando um gostoso barulho de natureza. Melody segurava uma fraca lamparina enquanto Willa segurava uma pesada cesta com algumas pedras. A bruxa havia catado algumas pedras pelo caminho e quando Melody lhe perguntara o motivo, ela disse que seriam usadas na hora do ritual.
- Eu... – começou Melody revirando os olhos. – Vou ter que tirar a roupa também?
Assim como Kimberly, Melody também sabia (graças a Ashley) que seria preciso tirar as roupas para realizar o ritual de iniciação.
- Bem... – disse Willa cruzando os braços. – Sim. – a bruxa foi direta.
Melody respirou fundo.
- Mas, querida, não fique com vergonha. – começou a bruxa tentando ser convincente. – Não sei como é exatamente a cultura de vocês, no futuro, mas, aqui, não temos toda essa vergonha em nos despir na frente de outras mulheres.
- É que... – Melody não tinha muito o que contra-argumentar com a bruxa. Ela sabia que por mais que tentasse, não haveria outro jeito a não ser se despir. – Se você pudesse ficar de costas...
A bruxa pensou por um instante e, depois de ver que não teria outra maneira, concordou com Melody.
- Certo. – disse Willa virando-se de costas para a doll. – Começaremos agora então, assim que você estiver pronta.
- Ótimo! – exclamou Melody, nervosa.
A baby doll hesitou, no começo, mas terminou tirando seu bonito e vistoso vestido vermelho com tons em vinho e preto.
- Pronta? – perguntou Willa, ainda de costas, ao perceber os sons que indicavam que Melody havia tirado o vestido.
- Sim. – dizia Melody completamente despida e com frio. – Não posso ficar nem com esse capuz?
- Acho melhor não. – dizia Willa, pensativa. Se fosse Willa quem orientasse Kimberly, a doll certamente morreria de vergonha e frio.
- Ninguém merece! – resmungou Melody consigo mesma. – Esse frio todo e eu aqui, assim... – e ela ficou atrás de uma velha árvore, para tentar se proteger da vista de Willa. – Pronto, Willa, pode se virar.
Assim que a bruxa virou, não encontrou, a princípio, Melody, pois além de a baby doll ser baixinha, ela estava escondida atrás de uma árvore, ou seja, estava quase invisível.
- Ó, sim! Aí está você! – disse a bruxa, agora, encontrando Melody em meio às árvores. – Pois bem, vamos começar com um simples exercício. Ao que me lembro, tentaremos fazer quatro exercícios, pois seu poder é bastante complicado de se manifestar.
- É... Eu sei... – dizia Melody se lembrando do treinamento que Leo fizera com elas antes da luta contra os Elementais negros. – Exige muita concentração mesmo.
- Exatamente. – concordou a bruxa. – Por isso, começaremos com um exercício simples, que eu acredito que suas amigas já devem estar fazendo com minhas irmãs. O exercício consta em sentir o ambiente em que você está.
- Certo. – disse Melody um pouco tensa.
- A propósito, feche os olhos. – recomendou a bruxa. – Ajuda bastante.
A baby doll fechara os olhos e estava com os braços relaxados, assim como a bruxa lhe recomendara em seguida.
- Agora é só sentir o ambiente. – disse a bruxa.
Melody teve um pouco de dificuldade, mas conseguiu se concentrar no exercício e, logo o frio que sentia (não tanto quanto Kimberly) passou. Inclusive, a agonia que ela sentia por causa de alguns galhos que machucavam seus pés, no chão, passou também. O exercício de concentração estava funcionando para a doll.
- Como se sente agora, então? – perguntou a bruxa, curiosa.
- Eu... Estou... Bem. – disse Melody pausadamente. Estava tão relaxada que nem percebeu.
- Ótimo! – exclamou a bruxa, animada. – Agora vamos à segunda parte do ritual de iniciação.
A bruxa, que já havia recolhido algumas pedras pelo caminho, agora, terminava de catar mais algumas pequenas pedras que haviam por ali.
Cerca de trinta e poucas pedras (pequenas, médias e algumas grandes) foram depositadas no chão por Willa. A bruxa as arrumou como um tapete. Melody assistia à cena sem entender aonde a bruxa queria chegar com aquilo.
- Bom... – começou a bruxa, assim que terminou de ajeitar todas as pedras no chão. – Agora é com você. – e dizendo isso, a bruxa pôs as mãos na cintura. – Você vai invocar seu poder.
- Ah... Eu... – Melody estava confusa, não sabia como fazer.
- Repita: “Sob a luz da lua, invoco meu elemento, FOGO.” – disse a bruxa, calmamente. – Não se esqueça de dizer isso bem concentrada e de olhos fechados.
- “Sob a luz da lua, invoco meu elemento, FOGO.” – disse a baby doll de olhos fechados.
Nada aconteceu.
- Tente mais uma vez. – pediu Willa.
- Certo. – concordou Melody.
A doll repetiu as palavras e mais uma vez, nada aconteceu.
- Ih! Meu fogo tá apagado... Só pode! – disse Melody sendo irônica e pessimista ao mesmo tempo.
A bruxa não riu com a piada, ao contrário, olhou, séria, para Melody.
- Tente mais uma vez... E com mais concentração! – disse a bruxa, ainda séria. – Melody, se concentre! Esqueça tudo a sua volta. Se concentre apenas em você mesma. Tente sentir o seu poder.
A doll engoliu em seco. Sentiu que não havia outra opção a não ser: se concentrar bastante. E foi isso que ela fez.
Melody se desligou do ambiente, se desligou de tudo; esqueceu que a bruxa estava ali perto; esqueceu que estava completamente sem roupa; esqueceu que sentia um pouco de frio...
- “Sob a luz da lua, invoco meu elemento, FOGO.” – disse Melody, dessa vez, muito mais concentrada e numa voz mais firme e forte.
Aparentemente nada havia acontecido outra vez, porém, com o passar dos segundos, Melody começou a sentir um calorzinho vindo diretamente do seu peito. Esse calor foi tomando conta dela e foi aumentando até que a doll se sentiu inteiramente quente.
- Melody? – chamou Willa. – Melody, você está bem?
A bruxa estranhou a cena. Melody estava, ainda, de olhos fechados e com os braços relaxados. Seus cabelos esvoaçavam na escuridão na noite. Aos poucos, Willa percebeu algo mais estranho ainda: pequenas centelhas de fogo saíam dos cabelos da doll. Era como se os cabelos da doll fossem uma fogueira emitindo faíscas ao vento.
- Melody? – tornou a dizer a bruxa.
A doll abriu os olhos. Para espanto de Willa, os olhos de Melody estavam diferentes. Tanto a esclera (parte branca do olho) quanto a íris (parte que dá a cor dos olhos) estavam completamente vermelhos com vários tons de amarelo, ou seja, os olhos da doll eram como duas bolas de fogo.
- O que foi, Willa? – perguntou Melody sem entender e sem saber o que tinha acontecido com seus olhos. Era o poder, muito forte, se manifestando.
- Seus... Seus olhos... – disse a bruxa, admirada. – Estão em chamas.
- Como é que é? – dizia Melody tateando seus olhos, surpresa. – Em chamas? Ai! Não tenho nem um espelho aqui comigo...
- Calma... – disse a bruxa, séria. – É apenas o seu poder se manifestando. FOGO é realmente um poder muito forte.
Nem Willa nem Melody haviam notado, mas dos pés da doll começavam a surgir pequenas chamas que foram se propagando até a altura dos tornozelos. Foi quando Melody desviou seu olhar para o chão e se assustou.
- Oh meu Deus! – a baby doll pulava sem parar. – Eu... Eu tô pegando fogo!
E ela saía correndo para todos os lados.
- Melody, acalme-se! – disse Willa, preocupada. – É fogo sim, mas... Você está sentindo dor? Está sentindo queimar?
Foi quando Melody parou por uns segundos e se fez a mesma pergunta. Realmente ela não sentia dor alguma. O fogo, que agora começava a subir e se espalhar pelos seus joelhos e cintura, não queimava. Ao contrário, aquele fogo estava deixando Melody cada vez mais confortável e segura de si.
- Bom, acho que... Não. Não está queimando. – disse Melody, sem graça.
- Ótimo! – disse Willa juntando as mãos como se fosse rezar. – Agora... – e ela deu um suspiro longo – Bem, segundo o Livro das Sombras, com essas palavras você invocaria seu poder. Eu só não imaginei que isso fosse ser tão intenso.
Não havia como não notar. Willa sentiu-se, inclusive, um pouco nervosa ao olhar para Melody e ver a doll completamente em chamas.
- Oh, droga! Eu tô parecendo o Tocha Humana do Quarteto Fantástico! – resmungou Melody ao olhar para seus braços e pernas e notar que estava totalmente coberta por fogo.
- Quem? – disse Willa, confusa. Obviamente a bruxa não iria conhecer o personagem a quem Melody se referira.
- Ah... É... Nada não... – e a doll, em chamas, sorriu. – Coisas de lá do futuro...
- Ah! Entendo... – disse a bruxa dando um sorriso à doll. – Bom, já que vejo que você não está incomodada por estar assim... – e a bruxa olhava para o corpo da doll coberto de fogo. – Então, vamos prosseguir o ritual.
- Certo.
- Vamos ao terceiro exercício. – continuou a bruxa, séria. – Pra lhe ser sincera, eu nem imaginava que conseguiríamos chegar ao terceiro exercício hoje a noite. Eu sei que o seu poder é realmente difícil de controlar... Mas, você conseguiu chegar até onde eu queria.
Melody deu um largo sorriso em chamas.
- Então vamos lá. – disse a bruxa ajeitando o vestido. – Eu trouxe essas pedras aqui e formei esse tapete de pedras, no chão, justamente para fazer a conclusão do seu ritual com o Fogo.
- Como assim? – perguntou Melody, confusa.
- É o seguinte. – começou a bruxa apontando para o tapete de pedras. – Você vai tentar canalizar seu poder e o arremessar nesse tapete de pedras.
- Só isso? – perguntou Melody com a mão no queixo.
- Bem... Não é tão fácil assim, mas... Não. Não é só isso. Se você conseguir concluir essa parte, faremos mais uma coisinha. – disse a bruxa num sorriso enigmático.
- Tudo bem então. Quais são as palavras para eu dizer? – perguntou Melody, ansiosa.
- Não tem. – disse a bruxa, séria. – E é por isso que essa parte do exercício é tão complicada. Depende apenas de você. Se concentre e canalize seu poder para poder lançar fogo ali. – e ela tornou a apontar para o tapete de pedras.
- Nossa! – exclamou Melody, preocupada. – É... Vou tentar.
A doll, coberta de chamas, fechou os olhos e tentou sentir ainda mais todo aquele fogo que crepitava em cima dela. Sentiu um enorme poder quente vindo de dentro. Melody ergueu as mãos na direção das pedras e, ao abrir os olhos, sentiu uma enorme rajada de fogo saindo direto das suas mãos e atingindo o tapete de pedras.
Tanto Melody quanto Willa ficaram boquiabertas. Melody estava, agora, olhando suas mãos. Ela já havia sentido essa sensação antes, quando lançara fogo, na batalha contra os Elementais Negros. Willa estava mais do que impressionada. A bruxa e a doll olhavam para o tapete de pedras, que agora, estava completamente em chamas. A bruxa havia selecionado pedras, que ela julgou adequadas, para o ritual. As pedras agora estavam incandescentes, em brasa.
- Bonito né? – disse Melody rindo, ao olhar as pedras em chamas. Algumas, as menores, começaram a adquirir uma leve coloração vermelho-alaranjado.
- É... – disse a bruxa prendendo o riso.
- O que foi? – perguntou Melody levantando uma sobrancelha.
- É que agora é a hora que você vai finalizar o terceiro exercício do ritual. – disse a bruxa, agora, séria.
- Como assim, Willa? – Melody assustou-se.
- Você precisa andar sobre o tapete de pedras e... – a bruxa deu uma pausa. Ela sabia que seria fácil alguém revestido de fogo andar sobre uma superfície em chamas, mas... – Melody! – a bruxa exclamou, nervosa. Todo o fogo que cobria que a doll foi se apagando até que ela estava, outra vez, normal.
- Oh-oh. – exclamou Melody ao notar que seu corpo estava outra vez sem as chamas. – E agora?
- Agora... Bom, talvez isso seja um sinal. – disse a bruxa fazendo uma expressão pensativa. – Realmente... – e ela coçou a cabeça. – Acho que é pra ser assim: você deve atravessar as pedras, mas deve estar em seu estado normal e não, em chamas.
- Mas... Será mesmo? – Melody hesitou.
- Acredito que sim. – disse a bruxa pondo as mãos na cintura. – E só há um jeito de descobrir...
Melody entendera o recado. Era hora de fazer mais um teste.
- Vamos lá! – disse a baby doll para si mesma.
Melody se posicionou diante do tapete de pedras, agora, incandescentes. A doll engoliu em seco e pensou consigo mesma que talvez não sentisse nada, já que seu poder era o Fogo. Para triste engano de Melody, ao pisar nas primeiras pedrinhas, a doll, instantaneamente, recuou.
- Aai! – exclamou Melody. – Que é isso?! Não dá pra pisar aqui. Tá muito quente!
Willa também havia estranhado.
- Tente usar seus poderes então. – sugeriu Willa. – Tente se concentrar até que o FOGO te domine outra vez.
- É... – disse Melody, animada. – Mas... Será que vai dar certo?
- Tente.
A baby doll tentou várias vezes, mas todas as tentativas em invocar o poder, até que ela ficasse em chamas novamente, foram em vão.
- E então? – perguntou Melody, curiosa. – O que eu faço?
- Siga em frente. – disse a bruxa. – Ande sobre as pedras.
- Mas... Eu já tentei antes... Não dá! Isso aqui tá pegando fogo! – dizia Melody, agoniada, gesticulando bastante.
- Talvez seja essa a vontade da Grande Deusa. – disse a bruxa, muito segura de si.
- Vou tentar então. – disse Melody respirando fundo ao olhar as pedras, no chão.
A doll começou a pisar as primeiras pedras e sentiu um extremo ardor na sola dos pés. Melody chegava a fechar os olhos por conta da dor que sentia.
- Seja forte, Mel! – dizia Willa, encorajando-a. – Continue andando e... Lembre-se: seu poder é o FOGO!
Melody fixou bem as palavras da bruxa em sua mente e, mesmo com muita dor nos pés, continuou andando.
“Meu poder é o FOGO... Meu poder é o FOGO.” Era o que Melody mentalizava na hora. Antes de chegar ao fim do tapete de pedras incandescentes, Melody sentiu que o ardor em seu pé havia diminuído e que a mesma sensação de calor em seu corpo, voltava. Quando deu por si, Melody estava outra vez em chamas. O fogo das pedras havia subido diretamente para o seu corpo, de modo que as pedras, agora, estavam completamente “apagadas”.
- Muito bem! – disse Willa batendo palmas.
- O que aconteceu? – perguntou Melody, surpresa, ao ver que mais uma vez, seu corpo voltava a ficar normal. – Eu... Eu roubei o fogo dessas pedras e... – a doll estava confusa.
- Exatamente. – concluiu Willa. – O Livro das Sombras informa esse detalhe. Segundo o livro, o poder de fogo pode servir tanto para se emitir quanto para se contrair.
- Hã?
- Você pode liberar fogo, como fez aqui, incendiando as pedras. – disse a bruxa apontando para o local onde antes estiveram as pedras incandescentes. – E, você pode absorver fogo, como acabou de fazer.
- Ah sim... – disse Melody, ainda surpresa.
- Mas chega de demora. Vamos logo ao quarto e último exercício do seu ritual. – disse a bruxa dando um longo suspiro.
- Mais? Achei que já tivesse acabado – exclamou Melody.
- É... Ainda falta um, apenas. – disse a bruxa. – E, como você já tinha muita experiência e habilidade com esse poder, bem... Vai ser fácil e rápido. O exercício agora é estimular o seu poder de leitura de pensamentos.
- Aah... – Melody soltou um gemido, pensativa.
Melody lembrou-se de como era bom ouvir o que os outros pensavam, apesar de ela tentar respeitar certos pensamentos alheios. Lembrou-se de como era boa em controlar seu poder e, agora, já não conseguia mais.
- Vamos lá! – começou a bruxa, animada. – Repita: “Invoco o poder Elemental do Fogo para que me ajude a usar o poder de leitura de pensamentos a mim concedido.”
- Uh! Frase grande hein? – Melody sorriu e, em seguida, repetiu as palavras – “Invoco o poder Elemental do Fogo para que me ajude a usar o poder de leitura de pensamentos a mim concedido.”
Melody nem havia se concentrado o bastante e recitara tudo de olhos abertos. Willa franziu a testa para a doll.
[- Será que deu certo? Ela nem fechou os olhos... Pelos poderes da Grande Deusa...]
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah! – Melody soltou um alto grito. – Voltou!
- Sério? – perguntou Willa, curiosa.
[- E precisava dar esse grito escandaloso?]
- Hei! Meu grito nem foi tão escandaloso assim... – disse Melody cruzando os braços.
- Ó! Foi exatamente o que eu pensei! – disse Willa, corando. – Então, menina, estás pronta! Seu ritual foi completado. Pode se vestir.
Enquanto Melody se vestia, ela pensava no quanto havia sido bom ouvir pensamentos outra vez. Ela só esperava que os poderes continuassem firmes e fortes como antes.



Continua no próximo capítulo...

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