Enquanto Melissa continuava aprendendo com Althea cada vez mais sobre a origem dos poderes Elementais e suas respectivas aplicações, as dolls e as outras bruxas adentravam a floresta silenciosa.
As dez mulheres pararam num canto da escura floresta. A única iluminação vinha diretamente de algumas lamparinas seguradas por umas bruxas e algumas dolls.
- Vamos nos dividir a partir deste ponto. – disse Kendra com uma voz firme.
Mais algumas orientações dadas e as dez mulheres se dividiram em duplas. Cada dupla partiu em uma direção em meio à floresta.
Prudence e Kimberly seguiram numa das partes escuras da floresta. Como as árvores eram bastante altas nessa parte, as copas se entrelaçavam e quase não se podia ver o céu, o que deixava o local sem a luz da lua e, por sua vez, mais escuro do que qualquer parte. A única luz vinha da lamparina que Kimberly segurava.
Após andarem por mais uns cinco minutos, Prudence parou.
- Aqui está bom. – disse a bruxa olhando para o céu, que nessa região da floresta, já era mais visível.
- É... – gemeu Kimberly, baixinho.
- Então, querida, vamos começar com seu rito de iniciação. – disse a bruxa baixando o capuz até os ombros.
Kimberly engoliu em seco. Estava bastante nervosa, principalmente depois que Ashley contara às dolls, em particular, que tivera que tirar sua roupa para entrar no lago, completamente nua. “Não quero tirar minha roupa... Sinceramente, não” pensou Kimberly.
- Então, querida... – disse Prudence, séria, ao perceber que Kimberly viajava em seus pensamentos. – Vamos?
- S-sim... – disse Kimberly, nervosa.
- Está tudo bem? – perguntou a bruxa colocando as mãos na cintura.
- É... – começou Kimberly se enrolando nas palavras. – É que... Não. Não está.
- Oh! – assustou-se a bruxa. – O que houve?
- É que a Ashley nos contou que teve que tirar a roupa ao entrar no lago para fazer o ritual e...
- E você não quer tirar a roupa. – disse a bruxa prendendo o riso.
- Exato.
- Minha querida, eu não veria problema algum em você fazer seu rito de iniciação usando essas vestes...
- Sério? – disse Kimberly, aliviada.
- Acontece que... – recomeçou a bruxa – Para se obter um maior contato com a natureza e com seus mágicos dons Elementais, é preciso estar despida. – e a bruxa fez uma cara de piedade. – Posso te dar a escolha de permanecer assim, mas... Acredite, nós, bruxas, precisamos fazer esses contatos íntimos com a natureza, às vezes. Isso nos fortalece muito.
“Ai, meu Deus....” pensou Kimberly, nervosa.
- Fique calma. – disse a bruxa, séria, como se lesse os pensamentos da doll.
Kimberly não disse mais nada. Suas mãos estavam bastante geladas, não só pelo frio, mas de nervoso.
- Bom, vamos começar. – disse a bruxa, animada. – Antes de tudo, preciso que você feche os olhos e sinta o ambiente em que está.
Kimberly obedeceu e tentou se concentrar. Se sentiu um pouco idiota ao estar parada, em pé e de olhos fechados.
- Já posso abrir? – disse a doll, impaciente.
- Querida, você não está concentrada! – exclamou a bruxa, séria. – Está vendo? Se estivesse em maior contato com a natureza...
Kimberly respirou fundo. Tirar suas roupas seria a última coisa que faria.
- Eu posso sugerir uma coisa então... – disse Prudence, pensativa.
- O que? – disse Kimberly, angustiada.
- Que você tire suas roupas, mas use apenas o capuz cobrindo seu corpo, pois está muito fria a noite. – disse a bruxa tentando ajudar.
- Hum... – disse Kimberly, pensativa. – É... – ela queria dizer “não tem outro jeito”, mas ficou calada.
A doll sabia que, mesmo contra a sua vontade, teria que seguir o ritual do modo correto.
- Tudo bem então. – disse Kimberly com uma voz trêmula de nervoso. – Mas... Você pode se virar, por favor?
- Ah, claro, claro. – disse a bruxa fazendo o que a doll pedira.
- Meu Deus.... Isso é uma piada ou o quê? – resmungava Kimberly enquanto desamarrava o espartilho.
Prudence ouvia os resmungos da doll e se continha para não rir.
- Eu realmente não ia fazer isso... – resmungava Kimberly, impaciente, já começando a baixar o vestido e sentindo muito frio.
Alguns segundos depois, ainda sem acreditar no que fizera, Kimberly estava completamente despida, mas para a sua sorte, o longo capuz negro cobria bem o seu corpo nu e o protegia do frio. A doll correu para trás de um pequeno arbusto e avisou a bruxa que ela já estava pronta.
- Está tudo bem aí? – perguntou Prudence estranhando ver Kimberly escondida entre os arbustos.
- S-sim. – disse Kimberly rapidamente. Sua voz estava meio abafada, pois ela estava entre muitos galhos do arbusto.
- Kimberly, saia daí. – disse a bruxa prendendo uma boa risada, para não constranger a doll.
- É que... – começou Kimberly puxando o longo pano do capuz para que cobrisse todo o seu corpo. – Bem... Ai, Prudence, eu não vou conseguir fazer isso...
- É só ficar calma, minha querida. – disse a bruxa, paciente.
Kimberly respirou fundo e, segurando firme o capuz bem rente ao corpo, saiu de trás do arbusto.
- Então vamos começar. – disse a bruxa muito decidida e tentando não ligar pra cara dramática que Kimberly fazia. – Primeiro, quero que você sinta esse ambiente em que está. Vamos lá! É só fechar os olhos e se concentrar.
Depois de xingar alguma coisa baixinho, Kimberly fechou os olhos. O vento frio e forte bagunçava seus louros cabelos, já descobertos pelo capuz. Ela sentia um pouco de agonia por estar em contato com a natureza, principalmente nos pés, que pisavam o chão de terra coberto por folhas.
- Sinta o ambiente, Kim. – tornou a dizer a bruxa.
A loura, de olhos fechados, começava a sentir, não mais agonia e sim, uma sensação muito boa por estar em contato com a natureza. Tirando o vento frio que passava por ela, e incomodava principalmente nos braços e pernas nuas, Kimberly estava achando muito bom estar ali.
- O que me diz? – arriscou a bruxa em perguntar.
- É... É tão... – Kimberly estava sem palavras. Nem parecia mais que ela havia tirado o longo vestido e estava apenas usando o capuz para cobrir o corpo. Ela estava realmente em contato com a natureza. – Mágico!
- Muito bem! – disse a bruxa, animada. – Vejo que avançamos no ritual.
- É... – disse Kimberly abrindo os olhos e segurando o capuz, de um jeito mais apertado, junto ao corpo.
- Agora, Kim, como seu elemento é o AR... – começou a bruxa, séria. – Bem, eu, particularmente, acho um elemento relativamente fácil de controlar.
Kimberly não respondeu.
- Já o poder agregado ao seu poder Elemental, que é a... – começou a bruxa, pensativa.
- Invisibilidade. – interrompeu Kimberly.
- Isso! – e Prudence coçou o nariz. – Eu acho que a invisibilidade é mais complicada de controlar. Você já conseguiu usar?
- Já... – disse Kimberly se lembrando de alguns momentos como o dia em que usou o poder pela primeira vez, ficando invisível bem na hora em que Leo havia entrado no banheiro e ela ainda estava tomando banho.
- Bom... Isso é bom. – disse Prudence se animando. – Bom saber que você já teve esse seu primeiro contato com o poder antes.
- É... Só não sei... – começou Kimberly revirando os olhos.
- Controlar. Eu sei, é o único problema de todas vocês. – disse a bruxa rindo. – Mas vamos fazer de tudo para que vocês aprendam de uma vez por todas, como controlar esses poderes.
Kimberly deu um enorme sorriso.
- Então... Vamos lá! – disse Prudence batendo três palminhas. – Kim, faremos agora o exercício que, segundo o Livro das Sombras, estimula o contato com seu poder Elemental, o AR, no caso.
- Certo. – disse a doll engolindo em seco.
- Pode se virar de costas pra mim. Fique à vontade. – disse a bruxa num tom de voz calmo.
Kimberly ficou de costas para Prudence e aguardou as instruções.
- Agora, Kim, esqueça um pouco essa natureza toda ao seu redor e se concentre apenas no ar. – a bruxa pigarreou um pouco. – Você deu sorte por esta noite estar ventando bastante. Se concentre nesse vento frio. E, claro, feche os olhos.
- Ok. – respondeu Kimberly meio tensa.
O frio era realmente muito intenso ali. Ela estava, inclusive, com medo de pegar uma pneumonia ou algo do tipo por estar, ali, nua (coberta apenas por um capuz) e recebendo aquele vento todo em seu corpo.
- Esqueça qualquer pensamento paralelo. – continuou a bruxa. – E se concentre apenas nesse ar, nesse vento que te envolve.
Kimberly, já com o queixo batendo de tanto frio que a envolvia, estava concentrada. De olhos fechados, a doll começou a acompanhar, mentalmente, todos os movimentos que o vento fazia em torno dela. Ela começou a perceber como o vento passava por suas pernas; como contornava seu pescoço e seus braços; e como fazia seus cabelos esvoaçarem.
- Lentamente... – começou a bruxa. – Abra seus braços e os erga para o céu. – pediu a bruxa, delicadamente.
Kimberly obedeceu e, bem devagar, começou a abrir os braços e os ergueu, em seguida, para o céu.
O vento frio, assim que Kimberly levantou os braços, passou a contornar melhor sua cintura e seus braços suspensos. A doll sentia calafrios pelo corpo e não sabia se aquilo era bom ou ruim, naquele momento. Kimberly pensou em parar e abrir os olhos, mas foi mais forte e continuou como estava.
- Continue assim... – incentivou a bruxa. – E repita comigo: “Sob a luz da lua, invoco meu elemento, AR”.
- “Sob a luz da lua, invoco meu elemento, AR”. – disse Kimberly, um pouco nervosa.
Kimberly foi sentindo cada vez mais o vento frio a envolvendo. A princípio, achou que era impressão sua, mas depois a doll percebeu que o vento estava vindo cada vez mais manso em sua direção. Era como se ao perceber a importante presença de Kimberly, o vento não quisesse mais machucá-la. A ventania era, agora, uma brisa quando encostava em Kimberly.
Kimberly não pôde deixar de notar os gritinhos, abafados, de surpresa que Prudence emitia. Kimberly só não sabia o porquê de tanta emoção vinda da bruxa.
- Pelos poderes da Deusa... – exclamou, baixinho, Prudence.
Só então, parando para sentir, novamente, o ambiente que a cercava, Kimberly notou algo que fez seu coração bater mais acelerado que nunca. Seus pés não estavam mais tocando a terra úmida e nem as folhas secas que estavam no chão. Não. Seus pés agora não tocavam mais absolutamente nada. Kimberly estava levitando e nem havia se dado conta. O ar a envolvera de uma forma tão intensa que a doll estava agora flutuando em meio às copas das árvores. Uma altura incrivelmente considerável.
- Kimberly... Não abra os olhos. – antecipou Prudence com a mesma voz calma de sempre.
- O que... O que tá acontecendo? – perguntou a doll, nervosa, ainda flutuando.
- É que... Vo-você está flutuando, mas não abra os olhos! Você pode perder o controle e... – disse a bruxa, rapidamente, mas já era tarde demais, pois Kimberly havia aberto os olhos.
Tudo aconteceu em fração de segundos: Kimberly abriu os olhos e se viu tocando as copas das árvores.
- Ah não! – gemeu a doll.
- Cuidado! – exclamou a bruxa.
Kimberly fechou os olhos, nervosa, e já nem queria pensar na dor que seria assim que tombasse diretamente com o chão.
O inesperado, porém, aconteceu: a queda de Kimberly fora amenizada graças a uma corrente de ar que a fez cair lentamente como se a doll fosse uma pluma.
Kimberly só sentiu que havia mesmo caído, quando sua cabeça deu uma leve batida no chão coberto de folhas. Ela, então, abriu os olhos e viu que estava de volta ao solo.
- Você está bem, querida? – disse Prudence se aproximando.
- Sim, sim, estou. – respondeu Kimberly se sentando no chão e puxando o longo capuz para cobrir seu corpo nu.
- Bom... – começou a bruxa, preocupada. – Acredito que depois desse pequeno incidente, você não vai querer continuar o ritual e...
- Vou continuar sim. – respondeu Kimberly, decidida.
- Mesmo? Ó, que maravilha! – disse a bruxa, animada e, virando-se de costas para que Kimberly se levantasse do chão e ficasse mais a vontade.
A doll sorriu, animada.
- Só tenho mais um exercício neste rito de iniciação, pra você. – continuou a bruxa. – Um encanto para estimular o seu poder de invisibilidade.
Kimberly ficou um pouco mais tensa que antes. Usar sua invisibilidade seria outro ponto forte daquele ritual.
- Vamos tentar... – começou a bruxa. – Repita este encanto: “Invoco o poder Elemental do Ar para que me ajude a usar o poder de invisibilidade a mim concedido.”
Kimberly mexeu os ombros para tentar relaxar, fechou os olhos, respirou fundo e, em seguida, repetiu as palavras que Prudence ensinara.
- “Invoco o poder Elemental do Ar para que me ajude a usar o poder de invisibilidade a mim concedido.” – disse Kimberly, um pouco insegura.
Nada demais aconteceu. O vento continuou forte, as copas das árvores faziam barulho com o passar do vento, Kimberly ainda sentia o chão da floresta em seus pés... Tudo na mais perfeita ordem.
Kimberly abriu os olhos e, franzindo a testa, perguntou a Prudence:
- E agora? O que acontece? – a doll continuava segurando firme seu capuz para cobrir o corpo nu. Kimberly, agora, havia colocado outra vez o capuz para cobrir-lhe a cabeça, devido ao frio.
- É... Deveria ter acontecido algo. – disse a bruxa, pensativa. – Talvez você não tenha se concentrado o suficiente ou dito as palavras certas. Vamos, tente mais uma vez. – e a bruxa fez sinal pra ela ter calma. – E repita em alto e bom som: “Invoco o poder Elemental do Ar para que me ajude a usar o poder de invisibilidade a mim concedido.”
A doll fez três respirações profundas, já de olhos fechados, e se concentrou bastante, outra vez, no vento. Tentou esquecer os outros sons do ambiente, como o cricrilar dos grilos, e se concentrou apenas no som do vento. O som do vento era a única coisa que deveria importar, no momento. Kimberly estava concentrada não só no som, mas no movimento que o vento fazia sobre ela. O vento brincava com os cabelos da doll, passava pelos braços e pernas, causando-lhe arrepios...
- “Invoco o poder Elemental do Ar para que me ajude a usar o poder de invisibilidade a mim concedido.” – disse Kimberly num tom de voz mais alto que antes.
Kimberly começou a sentir em seus braços, abertos, uma sensação estranha. Era como se o frio do vento se concentrasse apenas nos seus braços. O mais estranho, porém, aconteceu a seguir. A tal camada fria foi tomando conta de todo o corpo da doll. Ela já sentia braços, mãos, pernas e até o rosto totalmente frios.
- Abra os olhos, Kimberly. – pediu a bruxa numa voz diferente.
- Sim? – disse a doll assim que abriu os olhos.
- Não está vendo nada de diferente?
Só então, quando a doll foi repetir o costumeiro hábito de puxar o capuz pra cobrir o corpo nu, que ela percebeu que uma coisa engraçada acontecia: ela via apenas o casaco pairando no ar, em cima dela, totalmente invisível.
Tudo o que Prudence via era um capuz negro flutuante.
- Parabéns, Kimberly! – disse a bruxa batendo algumas palmas. – Você conseguiu completar o seu ritual de iniciação.
- Oh! Que bom! – dizia a doll ainda se achando estranha, já que ainda estava invisível. – Mas, como eu faço pra desligar isso?
- Hein? – a bruxa não entendeu.
- Eu quero... – começou Kimberly com a mão no queixo, embora nem ela mesma nem Prudence vissem a cara pensativa que a doll fazia. – Quero “desligar” esse poder de invisibilidade. Como faz?
Prudence soltou uma gargalhada tão alta que ecoou pela floresta. Há uma certa distância dali, enquanto Melody e Willa paravam num canto da floresta para dar início ao ritual, Willa jurou ter escutado a gargalhada da amiga, mas achou que fosse impressão.
- Minha querida, eu não faço ideia de como faz para você ficar visível de novo. – disse Prudence enxugando algumas lágrimas. Tinha chorado de tanto rir. – Não existe um contra-feitiço. Apenas cabe a você se concentrar e conseguir ficar visível outra vez.
- Mas... E agora? – dizia Kimberly desesperada. – Isso nunca aconteceu antes... Quando eu fiquei invisível, depois de um tempinho, voltei ao normal e...
Kimberly andava de um lado para o outro na maior impaciência possível. A imagem do capuz flutuando para lá e para cá, fez Prudence soltar mais uns risinhos.
- Sabe de uma? – disse Kimberly se agachando para pegar as roupas e as sandálias que havia tirado. – Vou me vestir logo e depois eu penso como fazer para ficar normal outra vez.
E a cena que se seguiu foi uma das mais incríveis que Prudence já vira: o vestido começou a levitar e a ganhar forma de um corpo, no ar. Em seguida, o espartilho também se juntou ao vestido, porém, a voz de Kimberly interrompeu a cena:
- Me ajuda aqui? – pediu ela à bruxa. – Amarra, mas não muito forte.
Prudence fez o que a doll pediu, embora ela ainda nem acreditasse que um “vestido falante” estivesse pedindo ajuda.
- Pronto. – disse a bruxa assim que amarrou o espartilho junto ao vestido da doll.
- Agora sim. Bem melhor. – disse Kimberly olhando para o vestido azul junto ao corpo.
Aos poucos, Kimberly sentiu a mesma sensação de frigidez sobre o corpo e ela foi aparecendo lentamente no ar, como se estivesse, antes, atrás de uma névoa.
- Voltei a ficar visível! – disse Kimberly dando pulinhos.
- Graças à Grande Deusa! – disse a bruxa levando as mãos aos céus.
- Nossa! – dizia Kimberly admirando seus braços. – É tão bom voltar a ficar visível.
- Concordo. – disse a bruxa, rindo.
- Mas... Será que vai ser sempre assim complicado pra ficar invisível e depois, visível?
- Não, querida. – adiantou a bruxa. – O que você precisa é só de mais prática. Se treinar todo dia, quando menos esperar, nem vai mais precisar ficar recitando esse encanto, pois ele já estará na sua mente. – e a bruxa sorriu para ela.
- Entendi... – disse Kimberly respirando aliviada. Estava outra vez vestida e quentinha. Bem melhor.
- Acho que podemos voltar pra casa ou... – disse a bruxa admirando o céu. – Ficar mais um pouco e...
- Admirar a lua? – adiantou-se Kimberly. – Claro! Vamos fazer isso sim. – e Kimberly sentou-se no chão antes de Prudence.
A bruxa sentou-se, em seguida, e as duas ficaram conversando sobre magia e outras coisas sob a luz do luar.
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